segunda-feira, 21 de junho de 2010

Frescura das Palavras



Sinto o céu e luz,
Nas estrelas vejo a calma
Neste rio que me seduz
Que refresca a minha alma

Seja ela verdadeira
Esta alma que estagnou
Mas permanece da mesma maneira
Pois o sentimento não se evaporou

Não é ele como uma onda
Que vai e vem a cada segundo
É ele o sentimento da sombra
Que nos acompanha para qualquer lado do mundo

Se o sentimento numa manha de maior tristeza,
Se mostra enfraquecido e enlouquece
Correrei para o impedir e direi com firmeza
Para o sentimento que lá longe desvanece

Poderás ir se a amizade deixares
Poderás ficar se fores forte e quiseres lutar
Mas outra vontade terás de respeitar
Se algum dia queres ter a oportunidade de a amar

Ó rio refrescante das palavras
Que me renasces a cada momento que as escrevo
Não percas tua frescura às palavras amadas
Pois é nelas que me aceito e me descrevo

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