sábado, 28 de agosto de 2010
Dizes "Odeio-te"
Constantemente o dizias,
Magoa profundamente,
Quando o fazias fingias,
Para me entristecer infelizmente.
Repetias vezes sem fim,
Não pensavas na dor,
Na dor sentida por mim,
Aquele que te guarda tanto amor.
Sinceridade confusa,
Sem fundamento ou certeza,
Vida agora sem minha musa,
Por não o ter dito com firmeza.
O silencio que agora sigo,
Faz desta vida um inferno,
Pois não posso falar contigo,
E mostrar o amor que dizia eterno.
Princípios meus,
Estúpidos e sem sentido,
Defeitos teus,
Imunes a um ser "fingido".
Palavra dita,
Mas não sentida,
Palavra escrita,
Mas não guardada,
Apesar da dor que minha alma sita,
Tu por mim ainda és amada.
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