
Uma dicotomia existente em mim,
Que leva a duvidar e acreditar naquilo que escrevo,
Em verdades ditas sentidas, reflectidas, enfim,
Palavras que saem de mim e a duvidar delas não me atrevo,
Sorriem e encantam,
Fortalecem e muitos espantam.
Dois lados da mesma vida,
Opostos mas verdadeiros,
A pessoa que só sorri não é fingida,
E por isso se mostra por sentimentos forasteiros,
Partilho os sentimentos da minha mente,
Pois ela os gere e só fala consciente.
Dicotomia que existirá para sempre,
Não quero nem deixarei que desapareça,
A sua inexistência é sinal de uma vida decrescente,
Onde se evapora algo que demora ate que cresça,
Demora a felicidade a crescer na vida,
Demora a poesia a ser escrita e sentida.
Quando falo com uma folha em branco,
Tenho as respostas da felicidade,
Luto por ela e sou franco,
Quando digo que tenho dois lados de sinceridade,
Nenhum deles mente e isso deixa-me com enorme alegria,
A mim, o homem da dicotomia.
Que leva a duvidar e acreditar naquilo que escrevo,
Em verdades ditas sentidas, reflectidas, enfim,
Palavras que saem de mim e a duvidar delas não me atrevo,
Sorriem e encantam,
Fortalecem e muitos espantam.
Dois lados da mesma vida,
Opostos mas verdadeiros,
A pessoa que só sorri não é fingida,
E por isso se mostra por sentimentos forasteiros,
Partilho os sentimentos da minha mente,
Pois ela os gere e só fala consciente.
Dicotomia que existirá para sempre,
Não quero nem deixarei que desapareça,
A sua inexistência é sinal de uma vida decrescente,
Onde se evapora algo que demora ate que cresça,
Demora a felicidade a crescer na vida,
Demora a poesia a ser escrita e sentida.
Quando falo com uma folha em branco,
Tenho as respostas da felicidade,
Luto por ela e sou franco,
Quando digo que tenho dois lados de sinceridade,
Nenhum deles mente e isso deixa-me com enorme alegria,
A mim, o homem da dicotomia.
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