Porque é que sinto ainda aquele frio,Porque é que não sinto indiferença,
Já passou tempo mas cá dentro ainda crio,
Esperanças de ter tua presença.
O tempo não enfraqueceu nada,
Parece que foi ontem que te abracei,
Continuas a ser amada,
Como no primeiro dia em que te beijei.
Ver-te e olhar-te é tortura,
Pois é com frieza que o faço,
O calor antigo ainda dura,
Mas há o orgulho que não é escasso.
Orgulho malévolo que te opões ao amor,
Não me deixas abraçar o que desejo,
Não aceitas-te desculpas por ter tanta dor,
Não aceitas-te sequer um último beijo.
Sem comentários:
Enviar um comentário