
A mesma porta aberta todos os dias,
A visão do incomparável ou do banal ao atravessar,
A duvida se aquela que é incomparável podes amar,
Mas a certeza de que o banal irás ignorar,
A timidez para a encarar,
Por receio de seu olhar enfrentar ,
Mas com desejo de meu olhar com o dela se cruzar,
De lhe dizer que a poderia para sempre apoiar,
Que para a vida a ia respeitar,
Dizer-lhe que este amor tenho vontade de gritar,
Mas a coragem faz-se silenciar,
Então grito mas de boca tapada,
Deixo que grite esta alma fracassada,
Que na dor esconderia até a lua,
Dor grande da alma que pode ser tua,
Deixa apenas que o amor a dor dilua.
A visão do incomparável ou do banal ao atravessar,
A duvida se aquela que é incomparável podes amar,
Mas a certeza de que o banal irás ignorar,
A timidez para a encarar,
Por receio de seu olhar enfrentar ,
Mas com desejo de meu olhar com o dela se cruzar,
De lhe dizer que a poderia para sempre apoiar,
Que para a vida a ia respeitar,
Dizer-lhe que este amor tenho vontade de gritar,
Mas a coragem faz-se silenciar,
Então grito mas de boca tapada,
Deixo que grite esta alma fracassada,
Que na dor esconderia até a lua,
Dor grande da alma que pode ser tua,
Deixa apenas que o amor a dor dilua.
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