A resposta ao desentendimento,
Porquê ver nela a solução,
Para que de um haja arrependimento.
Porquê esperar pela morte,
Para pensar na dor de perder alguém,
Porquê esperar que haja sorte,
E se consiga aquilo a que só a um convêm.
Porquê destruir raças e culturas,
Se por dentro somos todos iguais,
Porquê matar com um sorriso, ser pessoas duras,
Porquê tratar os outros como animais.
Porquê viver na infelicidade,
Por razoes sem sentido como a guerra,
Porquê destruirmos aquilo que é da humanidade,
Porquê destruir a terra.
Porquê destruir famílias,
Porquê destruir nações,
Tudo por dois Homens e suas intrigas,
Tudo por dois Homens sem emoções.

Está muito bom este poema... em particular, gostei!
ResponderEliminartens aqui ouro, ricardo, não por dizeres o que dizes mas pela forma como o dizes. Não há como explicar a guerra e como explicar a vontade que há para matar. Penso que seja um pouco fenómeno de selecção artificial feita por nós: fode os menos aptos e se és apto sobrevive. Em termos radicais poderemos ir por ai, mas não sei
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