Serei reles, podre e infame,Serei leve, fraco e ingénuo,
Serei tudo isto para todos os que me não conhecem,
Para todo esse ninguém de pessoas inocentes e sem escrúpulos,
Serei tudo isto para os reles invejosos dos desconhecidos,
Serei tudo isto para os que de forma malévola me julgam,
Criticam e vejo-os orgulharem-se e sentirem-se melhores por isso.
Não vejo mal na crítica, apenas vejo mal na crítica sem fundamento,
Se querem criticar, porque não adequam a critica ao seu comportamento,
Se querem ser alguém, porque não fazem à felicidade e à vida um casamento,
Juntem-nas e vejam-me em desvanecimento,
Talvez assim me vejam melhor,
Talvez assim me vejam de verdade,
Verdade nua e crua como a simplicidade das palavras que me caracterizam,
Tão feliz, verdadeiro e correcto,
Talvez não tão correcto como desejado,
Mas tão amigo dos que mo são,
Com tanta vontade de crescer para viver.
Ver-me-ão até melhor os cegos de incapacidade visual, mas conscientes, que os visuais cegos pela incapacidade mental.
Mas nunca desabarei da personalidade minha que me enche de orgulho,
Nunca desistirei das vontades que alimentam os meus sonhos por gentes tão repugnantes,
Continuarei o meu caminho pela calçada da vida,
Enfrentando e não desprezando as diferenças numa calçada por pedras duras invadida.
Passei por curiosidade pois vi teu blog no grupo do FB "jovens poetas portugueses" e gostei do que li... parabéns pela tua fantastica escrita... *
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